Cartilha gratuita

Saúde Mental
na Universidade

Baixe gratuitamente a cartilha “Tá pirando? Diálogos sobre saúde mental na universidade”, lançada no evento de 16 de outubro na EACH-USP.

E-BOOK GRATUITOLANÇADA EM 16/10EACH-USP

Material gratuito e aberto a todas as pessoas: leia, compartilhe e use em rodas de conversa.

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Cartaz do evento Saúde Mental na Universidade — 16 de outubro na EACH-USP
Material
Cartilha / e-book
Lançamento
16 de outubro de 2026
Local
EACH-USP
Formato
Digital
Acesso
Gratuito
O lançamento

Uma cartilha nascida do diálogo sobre o que também atravessa a universidade

O Núcleo de Acolhimento Universitário, o Programa ECOS de Escuta, Cuidado e Orientação, o Serviço Social e a Casa de Marias lançaram a cartilha no evento Saúde Mental na Universidade, em 16 de outubro de 2026.

O encontro aconteceu no Auditório Verde da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo e reuniu reflexões sobre saúde mental, acolhimento, relações, desigualdades e os desafios vividos no ambiente universitário.

A cartilha e o evento são desdobramentos do projeto desenvolvido no âmbito do convênio entre a Casa de Marias e a EACH-USP, nos anos de 2024 e 2025. O trabalho buscou ampliar os espaços de escuta e acolhimento destinados a estudantes, docentes e funcionários.

Versão digital da cartilha Tá pirando? — Diálogos sobre saúde mental na universidade

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digital

Fotos do lançamento

Registros de 16 de outubro

Fotos em breve

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“Se o sofrimento tem causas coletivas e institucionais, por que sua solução deveria recair apenas sobre os indivíduos?”

Versão

impressa

Capa da cartilha Tá pirando? — Diálogos sobre saúde mental na universidade
Versão digitalConteúdo gratuito
A cartilha

Conheça a cartilha, agora disponível para baixar

“Tá pirando? Diálogos sobre saúde mental na universidade”

A publicação nasce do mesmo processo de escuta, cuidado e cooperação desenvolvido entre a Casa de Marias e a EACH-USP.

A cartilha propõe reflexões sobre sofrimento, racismo, machismo, desigualdade social, saúde mental e o papel da universidade na criação de espaços mais acolhedores, democráticos e comprometidos com o cuidado.

Conteúdo

O que você encontrará na cartilha

01

Saúde mental e sofrimento

02

Racismo e vida universitária

03

Machismo, gênero e sexualidade

04

Desigualdade social e permanência

05

Redes de apoio e responsabilidade institucional

Para quem

Para quem é esta cartilha?

A cartilha é para a comunidade universitária e a todas as pessoas interessadas em discutir saúde mental, cuidado, permanência, diversidade e relações no ambiente educacional.

  • Estudantes
  • Docentes
  • Funcionários
  • Profissionais da educação
  • Profissionais da saúde
  • Pesquisadores
  • Integrantes de coletivos
  • Comunidade externa
Capa da cartilha Tá pirando?
Download gratuito

Baixe a cartilha

“Tá pirando? Diálogos sobre saúde mental na universidade”

Leia, compartilhe com colegas e use em rodas de conversa, aulas e espaços de acolhimento.

Perguntas e respostas

Saúde mental na universidade: vamos conversar?

Reflexões da cartilha Tá pirando? sobre pressão acadêmica, pertencimento, desigualdades e caminhos de cuidado.

Como lidar com a ansiedade e a pressão na faculdade?

Você não precisa dar conta de tudo sem apoio. A cartilha propõe fortalecer vínculos, compartilhar experiências e participar de grupos de estudo, coletivos e espaços de escuta. O cuidado também pode envolver psicoterapia ou atendimento psiquiátrico, quando necessários. A pressão acadêmica não deve ser enfrentada apenas como uma responsabilidade individual: as condições de estudo e as práticas da universidade também precisam ser consideradas.

Fonte: cartilha Tá pirando?, páginas 21–24.

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O que fazer quando sinto que não pertenço à universidade?

A solidão e a sensação de não pertencimento merecem escuta, não julgamento. A cartilha convida a reconhecer pessoas e espaços em que você se sente acolhida ou acolhido: centros acadêmicos, coletivos, atividades artísticas e culturais e projetos de extensão podem ajudar a construir vínculos. Na EACH-USP, a Comissão de Inclusão e Pertencimento (CIP) também desenvolve ações de inclusão, equidade e pertencimento.

Fonte: cartilha Tá pirando?, páginas 22–25.

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Como o racismo, o machismo e a LGBTfobia afetam a saúde mental na universidade?

Piadas ofensivas, exclusões, falas desconsideradas e o desrespeito à identidade podem produzir sofrimento. A cartilha explica que essas experiências não são apenas episódios isolados: elas se relacionam a desigualdades e violências que se repetem no cotidiano. Nomear e reconhecer essas situações é importante para enfrentá-las e construir relações e espaços institucionais mais respeitosos e acolhedores.

Fonte: cartilha Tá pirando?, páginas 6–15.

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Trabalhar e estudar ao mesmo tempo pode afetar minha saúde mental?

A cartilha mostra como jornadas de trabalho, deslocamentos longos, dificuldades financeiras e pouco tempo para estudar podem intensificar o cansaço e a sobrecarga. Isso não deve ser reduzido a falta de esforço individual. O acesso à alimentação, ao transporte e às políticas de permanência faz parte do cuidado. O Serviço Social da EACH-USP acolhe estudantes em vulnerabilidade socioeconômica e orienta sobre permanência estudantil e direitos sociais.

Fonte: cartilha Tá pirando?, páginas 16–19 e 25.

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Onde buscar apoio em saúde mental na USP e na EACH?

A cartilha apresenta o ECOS — Escuta, Cuidado e Orientação, programa da USP voltado a estudantes, docentes e servidores, e o NAU — Núcleo de Acolhimento Universitário, que acolhe a comunidade da EACH, incluindo trabalhadores terceirizados. Também indica a CIP, o Serviço Social, centros acadêmicos e coletivos. Buscar ajuda é um direito, não um sinal de fraqueza.

Fonte: cartilha Tá pirando?, páginas 24–25.

Consultar o Mapa de Saúde Mental e Bem-Estar da USP Baixar a cartilha completa
Docentes e funcionários também precisam de cuidado em saúde mental?

Sim. A cartilha reconhece que sobrecarga, burocracias, cobranças por produtividade, precarização e violências institucionais também atravessam a vida de quem trabalha na universidade. Ela propõe espaços coletivos de diálogo, redes de apoio entre trabalhadores, escuta, valorização do trabalho e condições dignas para exercer suas atividades.

Fonte: cartilha Tá pirando?, páginas 22–24.

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Qual é o papel da universidade no cuidado com a saúde mental?

O cuidado não pode recair somente sobre os indivíduos. A cartilha defende políticas de permanência, acessibilidade, enfrentamento das violências institucionais e espaços seguros de escuta e convivência. Também destaca a necessidade de recursos contínuos para profissionais e ações de acolhimento, além da participação de estudantes e trabalhadores nas decisões que afetam suas vidas.

Fonte: cartilha Tá pirando?, páginas 27–30.

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Este material propõe reflexões e não substitui uma avaliação ou um acompanhamento profissional em saúde mental.

Realização

Uma construção coletiva

Organização: Casa de Marias, NAU, Programa ECOS, EACH-USP, PRIP — Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação, Serviço Social. Apoio: Fundação Tide Setubal.

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